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Hospedagem Compartilhada vs Amazon vs Google

Para quem não sabe, hospedagem compartilhada são os planos de entrada e intermediários de empresas recomendadíssimas como a GoDaddy e Host Internet que trabalham geralmente em servidores bare metal, um isolado do outro, podendo utilizar alguns recursos cloud como armazenamento para oferecer certas vantagens. Se formos ver a capacidade de computação das concorrentes a discussão que vem à mente é como tais empresas lidam com fortes concorrentes como a AWS (Amazon Web Services) e Google Cloud Platform que sabidamente são capazes de rodar os mesmos programas que se tem no compartilhamento de hospedagem, como por exemplo, Drupal, Joomla, phpBB, vBulletin, WordPress, WooCommerce e Magento.

O Google Cloud é o competidor direto da Amazon Web Services num mercado multibilionário dominado por esta última e ambas as empresas utilizaram e ampliaram a estrutura que já tinham ao redor do mundo, nos seus respectivos ramos de atuação, para começar a vender serviços web adicionais. Empresas pequenas a grandes utilizam-nos para seus negócios online e para ter vantagens como pagamento pelo uso, capacidade de redimensionamento da instância virtual e redundância completa a fim de evitar o descontinuamento do serviço para seus clientes na internet.

No entanto, apesar de parecer tudo muito bom é interessante ressaltar algumas desvantagens de tais serviços:

1. A primeira desvantagem é sem dúvida o preço. A infraestrutura é melhor, mas isto também demanda custos maiores para os consumidores. Um blog pequeno estaria custando cerca de $10 dólares ao mês (sem contar todos os gastos que mencionamos neste post que também se aplica na hospedagem cloud) sendo que na hospedagem compartilhada poderia estar conseguindo a partir de $2. Já no outro extremo, um blog com muito movimento estaria pagando na casa de milhares de dólares ($1000~2000) num serviço que custaria apenas $100~200 num servidor dedicado de um provedor de hospedagem compartilhada. Com o dinheiro utilizado na primeira, poderia se montar perfeitamente um equipamento com garantia em contrato com muitas das vantagens de uma nuvem e economizar bastante ainda.

2. Confibilidade. Apesar de uma falha pontual poder ser corrigida automaticamente, quando isso não acontece temos simplesmente uma falha catastrófica em uma boa parte do serviço, que afeta milhares de pessoas. E diferentemente das empresas de hospedagem compartilhada ela não pode ser consertada com uma simples troca de hardware ou reiniciamento das máquinas de poucos minutos. Ambas as concorrentes tiveram este tipo de falha diversas vezes desde que começaram a atuar no mercado documentados na Wikipedia (Amazon/Google).

3. Facilidade de Uso. Google e Amazon são recomendados para usuários avançados que sabem configurar o servidor do zero. Apesar de poder instalar aplicativos nele com um clique, não quer dizer que ela não tenha brechas de segurança. Ou que não é necessário comprar licensas de software separadamente. Tudo precisa ser configurado e se você tiver nenhuma ou pouca noção do que é preciso fazer a melhor alternativa é certamente a hospedagem compartilhada que possui um administrador próprio que configura tudo e inclui na mensalidade todas as licensas padrões do mercado.

4. Suporte ao Consumidor. Se você precisar de suporte técnico na AWS ele custa $49/mês e demora até 12 horas, no Google, custa $150/mês e demora até 4 horas. Na hospedagem compartilhada o suporte técnico já é incluído no preço e demora em média de 15 minutos a 1 hora.

Conclusão

Os serviços em nuvem provavelmente vieram para ficar e apesar dos avanços alcançados desde 2006 precisam evoluir muito para conquistar a grande parte da população que só quer colocar um site no ar e se preocupar em publicar conteúdo. Até lá, elas são perfeitas principalmente para as grandes empresas como Netflix, Snapchat, Dropbox  e outros que nem precisamos citar. Quem se dá bem agora são as empresas de hospedagem compartilhada (como foram citadas algumas no começo deste post) e aquelas que utilizam a nuvem para oferecer serviços moldados para o público geral, que abordaremos nos próximos artigos.

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Redes sociais usam algoritmos e ajudam a formar ‘bolhas de conteúdos’

Antes de os brasileiros a favor e contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil invadirem as ruas nas últimas semanas, grande parte deles manifestou seus pontos de vista nas redes sociais. Em seus perfis, compartilharam suas opiniões políticas, convocaram amigos para manifestações, travaram discussões e recorreram a medidas extremas, como deixar de seguir amigos de longa data.

O que a maior parte dos usuários não sabe é que toda essa atividade é um “prato cheio” para os algoritmos, uma série de códigos baseados em inteligência artificial que estão entranhados no Facebook e em outros sites. Com base no que “aprende” sobre cada usuário, ele mostra mais conteúdos que “acha” que o usuário vai gostar.

Segundo especialistas consultados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, a tecnologia que ajuda o usuário a encontrar mais conteúdo relevante na internet está criando uma “bolha” em torno das pessoas. No caso das disputas políticas, o efeito é claro: o usuário sempre tem a impressão de que está certo, já que só tem contato com aqueles que compartilham de sua visão.

Usar algoritmos em sites não é uma novidade. Eles ganharam fama em 1996, quando Sergey Brin e Larry Page, cofundadores do Google, escreveram um código para exibir primeiro as páginas da internet mais relevantes para uma determinada pesquisa. Sites com menor importância e menos links ficavam no fim da lista. A tecnologia – que atualmente leva em conta dezenas de outros fatores – deu origem ao maior buscador de sites da internet.

Com o sucesso do Google, outras companhias da internet criaram algoritmos. No caso das redes sociais, o Facebook passou a exibir postagens dos usuários mediante sua relevância a partir do fim dos anos 2000. A tecnologia foi um dos fatores determinantes para seu sucesso.

Assim como outras empresas, o Facebook nunca revelou em detalhes como seu algoritmo funciona. Pelo que se sabe, ele considera ações dentro do site: ao curtir, compartilhar, comentar ou bloquear conteúdos, o algoritmo “aprende” e passa a exibir apenas o que considera relevante para aquela pessoa. O restante fica no final do feed de notícias – ou, simplesmente, é ignorado.

“O algoritmo e o usuário coproduzem o feed”, explica o professor de ciência da informação da Universidade de Michigan Christian Sandvig. “O computador te observa e aprende com o que você clica. Ao mesmo tempo, você decide como responder ao que ele mostra a você.”

Segundo o Facebook, o algoritmo ajuda o usuário a aproveitar melhor o conteúdo publicado na rede. “O volume de conteúdo criado e compartilhado é proporcional ao número de usuários. Assim, o algoritmo é uma forma de permitir que cada pessoa tenha acesso ao que julga mais importante”, disse a empresa, em nota. Atualmente, o Facebook é a rede social mais popular do mundo, com 1,59 bilhão de pessoas conectadas.

Na prática, se uma pessoa gosta mais de culinária do que esportes, ela interage de maneira positiva com postagens sobre o assunto. Ao compreender esta preferência, o algoritmo exibirá para este usuário as publicações relacionadas em primeiro lugar. Conteúdos sobre esportes ficarão, automaticamente, em segundo plano.

“O Facebook tende a filtrar aquilo que é socialmente relevante para um grupo. Isso dá a sensação de que toda a rede social concorda com você”, comenta a professora e pesquisadora de mídias sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Raquel Recuero.

Enquanto o algoritmo se restringe aos gostos pessoais, os efeitos não são nocivos. As coisas mudam de forma, entretanto, quando o conjunto de códigos começa a influenciar na visão política das pessoas. A “bolha política” já foi comprovada por diversos estudos. Um deles – realizado em novembro de 2010 pela Universidade da Califórnia, com aval do Facebook – simulou as eleições presidenciais americanas e concluiu que cerca de 340 mil pessoas mudaram de voto após verem uma postagem positiva sobre um candidato no topo do feed de notícias. “Seria bastante simples para uma rede social como o Facebook manipular uma eleição”, diz Sandvig.

No Brasil, nenhum estudo foi realizado para entender a influência do Facebook na política. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

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